Ao criarem seus heterônimos, Alexandre Dacosta e Lucília de Assis abdicam dos problemas antes da fama. A proposta é estrear diretamente como ídolos, pulando os percalços do início de carreira. Assim nascem Claymara Borges (vinda do interior de Goiás e criada no Méier) e Heurico Fidélis (um jovem mineiro que tenta superar a gagueira cantando). Eles se encontram, iniciam uma parceria de shows de estreia no Rio de Janeiro e passam a lidar com as demandas de rádios, televisão e paparazzis. Alheia a críticas, a dupla constrói um desafio irônico sobre o que realmente deve ser levado a sério na corrida pela notoriedade.