O livro se baseia em pesquisa sobre a atuação de uma célula do grupo criminal Primeiro Comando da Capital (PCC) e traz a representação social do PCC compartilhada por integrantes dessa célula, chamada Sintonia 61. O estudo foi utilizado pelo autor em sua Dissertação de Mestrado na Universidade de Brasília e promove a inserção de três novas perspectivas às discussões no Brasil sobre a facção: o tempo (momento em que surge uma nova Sintonia), o lugar (Distrito Federal) e os sujeitos que a interpretam (os próprios membros do PCC)